Para aqueles que já entenderam que a vida que povoa este planeta é interdependente e por isso UNA. Aqui tratamos de ecologia e agroecologia, sustentabilidade, vegetarianismo, ações positivas para ajudar o planeta e seus habitantes de todos os reinos, reforçando que o modelo precisa ser reinventado, por amor ao plano evolutivo nestes momentos de transição planetária.
terça-feira, 23 de novembro de 2010
Quem Realmente dá as Ordens Matando a Mata?
O Capital. O dinheiro fala mais alto e manda calar a todos os dissidentes. Quando falava da mídia, não quiz dizer que é mau quando tentativas de educação ambiental são pinceladas, ou programas ecologicos que informam ações cidadãs e bons exemplos também não sejam bem vindos. É claro que diante da carencia de ações para conter a devastação, não podemos nos dá ao luxo de desdenhar de pequenas ajudas. O que quis realmente expor é a real situação de controle da mídia, governo e consequentemente sociedade pelo capital. Esse capital permite essas pequenas ações que criam a ilusão e esperança de tudo estar sob controle, mais na verdade não permite que a população veja e saiba o que realmente não se faz e deveria estar sendo feito. O Capital não reipeita nada e nem a ninguém. Nem seus donos que já a eles se escravisaram. A devasatação da Mata Atlantica por madeira e por criação e crescimento de cidades fez um grande trabalho de destruíçao. A Amazônia também tem sido devastada por madeira. Mas a exploração de madeira vem quase sempre associada de outra exploração: A Animal. A criação de gado para exportação tem sido o principal motivo de devastação da Amazônia assim como foi e o é da Mata Atlantica e outros ecossistemas como o Cerrado na região central do país. Toda essa carne produzida é para alimentar os Países ricos que, ou não tem condições de produção por espaço e clima, ou não querem pagar a conta da devastação que isso causa. O Triste é que essa exploração animal, além do próprio dano que causa a esses seres inocentes, apenas concentra renda na mão de grandes latifundiários que já não se importam com o efeito de suas ações. Para a grande massa populacional a devastação não é vantagem nem mesmo economica. Talvez por isso poucos realmente se importem com o que está ocorrendo. Ficamos em torno de ganhar o sustento e num sistema cada vez mais competitivo, o que não é por acaso, perdemos o foco do que realmente importa. O Egoísmo cresce na relação direta de nossas contas a pagar. Os animais, sofrem, a mata morre e o Planeta pede paz. Depois vem toda especie de desiquilíbrio nas chuvas e colheitas... Aí descobrimos que nos afeta essa coisa de ecologia versos desmatamento. O que poderíamos fazer? Nos questionar quanto ao modelo de vida que assumimos. Como assim? Deixar de comer carne assumindo uma vida gradativamente mais vegetariana poderia ajudar, pois o consumo de carne é o que incentiva esses produtores a continuarem suas atividades. Mas como disse, grande parte dessa produção é para exportação. Aí nos cabe o exercício da cidadania através de participação dos processos políticos em suas bases, escolhendo canditados realmente comprometidos com a causa sem se submeter ao poder do capital, e por fim votando em plataformas, propostas e não naqueles nomes mais destacados, que nada provam sobre sí mesmos além de que tiveram muito mais dinheiro para uma campanha política. Por fim, falar sobre o assunto com amigos em qualquer lugar, ler a respeito, se informar e divulgar fatos relevantes e ações pioneiras, assim como falamos de futebol, cinema e televisão, sair do nosso egoísmo e nos preocuparmos com o todo ao nosso redor. Estamos conectados, tudo está interligado. Nosso isolamento dentro de nossos apartamentos é uma ilusão de proteção que precisa ser vencida, destruída. O capital pode mandar, mas não em nossas consciências.
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