Porque repetir uma informação conhecida de todos? Os conceitos de ecologia são relativamente simples. Difícil é aceitar abrir mão de algo que se tornou por costume ou vício uma necessidade. Já que sabemos, a repetição é para criar em nós um aprofundamento dessa consciência. Esse aprofundamento se revela por cada vez mais frequentemente nos preocuparmos com o que ocorre com nossos ecossistemas, com o bicho, com a árvore e com tudo que a natureza nos presenteou. Se nos abrirmos a esse aprofundamento, ele pode ocorrer. É uma jornada entre um cidadão inserido no processo consumidor com pouca ou nenhuma consciência da sua responsabilidade diante da destruição dos ecossistemas e um outro cidadão que radicalizou largando tudo para defender a natureza, seja um Chico Mendes ou um ativista do Greenpeace.
Quanto mais consciências estiverem conectadas com essa demanda, a necessidade de que tomemos partido no rumo que a humanidade dá a nossa biodiversidade, mais energia mental, emocional e de desejo estarão envolvidas no processo e pesaram cada vez mais nas decisões e no comprometimento de todos. Parece pouco palpável, uma realidade pouco tangível, mas é assim que acontece. Nossas mais profundas aspirações, ou como disse OUTRO, nossa fé move e remove montanhas.
Podemos usar esse recurso natural da alma, a fé, para o aprimoramento das ações humanas. Seria um melhor uso do que aquele aventado pela mídia para promover o crescimento material em benefício próprio, como em O SEGREDO. Não é segredo que a aspiração pessoal pode mudar realidades. Basta observar pessoas de pensamento forte e focado em objetivos em oposição a pessoas passivas que assumem seu lugar de vítimas. São vítimas de si. O resultado de cada caso nem se discute.
Colocar uma parte significativa de nossa energia mental, como aspiração, para redenção da fauna e da flora, ansiando pela ampliação de projetos de reflorestamento e recuperação de leitos de rios, promove a materialização ou plasmação da realidade intentada. Começaram a aparecer algum aumento de consciência materializado em ações, porém carece de maior disseminação.
Muitos tem achado útil orar pelo planeta, pelos animais e pelo Reino vegetal.Pela Redenção ou Reabilitação Planetária. Aos olhos de um iniciante no caminho do despertar para realidades mais sutis, parece que esses seres orantes deveriam gastar seu tempo em algo mais prático, entenda-se: Mais palpável, de resultados mensuráveis, ou mais material.
Se experimentarem a receita de orar (polarizar-se mental e energeticamente no mais alto), sem esperar nada, apenas na atitude consciente de que tudo que existe no plano material, começa nos planos mais sutis, sendo introduzido aqui através do mental, muito provavelmente mudariam de crença, ou mais precisamente, ampliariam sua consciencia.
Conhecendo esse princípio de causa e efeito, deveríamos aspirar contribuir energeticamente para que em algum momento a realidade que vivemos comece a tomar outro rumo. Um exemplo prático: Começamos a fazer coleta seletiva em nossa casa. No entanto argumentei com minha esposa que não adiantava, pois no final eles misturavam tudo. Ela sabiamente respondeu que mais importante é fazer a nossa parte, aí, cada vez mais pessoas tomarão conhecimento ou consciência dessa necessidade, tanto pela observação e contato com a prática, como em nível mais sutil, pela plasmação da consciência reforçada no plano mental por um grupo pioneiro, que será assim seguido por outros. É assim nos negócios, na tecnologia e no crime. Só que acreditamos inocentemente que a disseminação de uma prática útil ou não tão útil dá-se apenas pelo contato consciente com essa informação.
Dá-se também por meios mais imateriais, como ondas de radio, televisão e mais recentemente telefonia móvel. O homem esqueceu que temos receptores de avançada tecnologia em nossa genética física e estelar. Agora é suficiente que alguns tomem ciência desse mecanismo e generosamente comecem a fazer o que ainda poucos fazem, por desconhecer a eficácia ou não terem experimentado que não só de pão ou de matéria densa se alimenta o homem, mas muito mais de energia sutil, imaterial.
Segue a informação repetida:
O Desmatamento para agronegócio “monocultura da soja” vem violando os direitos humanos em relação à água, alimento, meio ambiente saudável e desqualificando as práticas tradicionais de utilização de recursos naturais. Degradando o bioma de transição, comprometendo os recursos hídricos, a saúde, a segurança alimentar e nutricional. Expulsando o lavrador da zona rural, que é forçado a migrar para a periferia da zona urbana da cidade e povoados sem saneamento sanitário e com ausência de trabalho para jovens. Os quais vêm usando drogas, e sendo atendidos em programa de ação social, o que não existia anteriormente. Há conflitos pela posse da terra e reconcentração da terra por grandes empresas. Percebe-se aumento da temperatura, redução da precipitação pluviométrica, da produção de mandioca, milho, arroz; desnutrição em crianças e idosos. Trabalho infantil e adolescente nas carvoarias. Redução drástica na fauna e flora, plantas medicinais e frutíferas de complementação renda protegidas pela legislação: bacuri, piqui, cajuí, jatobá. Redução do habitat da abelha tiúba, produtora do mel, alimento e fonte de renda desta população. As observações indicam que os Biomas do município não suportam nenhum tipo agricultura mecanizada, como é o caso da monocultura da soja. É necessário implantar urgente a Vigilância em Saúde Ambiental para evitar ainda mais contaminação por agrotóxicos das bacias hidrográficas, medida de promoção da saúde aprovada na 12ª Conferência Nacional de Saúde.
Palavras-chave: Brejo; Desmatamento; Promoção da saúde.
Anais da 58ª Reunião Anual da SBPC - Florianópolis, SC - Julho/2006
Para aqueles que já entenderam que a vida que povoa este planeta é interdependente e por isso UNA. Aqui tratamos de ecologia e agroecologia, sustentabilidade, vegetarianismo, ações positivas para ajudar o planeta e seus habitantes de todos os reinos, reforçando que o modelo precisa ser reinventado, por amor ao plano evolutivo nestes momentos de transição planetária.
quinta-feira, 21 de abril de 2011
terça-feira, 19 de abril de 2011
Plano brasileiro de combate a desmatamento é modelo
11 / 02 / 2011 Plano brasileiro de combate a desmatamento é modelo na A. Latina
Por clipping
O projeto contra o desmatamento que o Brasil implementou nos últimos oito anos pode servir de modelo para o resto da América Latina, afirmou nesta quinta-feira (10) o engenheiro florestal Tasso Azevedo.
Azevedo, que foi diretor do Programa Nacional de Florestas do Ministério do Meio Ambiente, falou nesta quinta-feira na Costa Rica, no marco da conferência internacional TEDx, sobre a bem-sucedida experiência brasileira quanto à redução do desmatamento na Amazônia e seu impacto na fixação de carbono.
De acordo com Azevedo, entre 2004 e 2010, o Brasil reduziu o desmatamento na floresta de 27 mil para 6,4 mil quilômetros quadrados.
Segundo o especialista, o sucesso deste programa se deve ao fato de ter atacado o problema de diferentes frentes.
“O mogno se tornou o símbolo do desmatamento no Brasil. O desafio era quebrar o negócio dos que decepavam ilegalmente a floresta, portanto, em vez de enviar muitas vezes a Polícia, esperamos que houvesse uma boa quantidade de madeira e fomos com a imprensa”, ressaltou o engenheiro.
“Chegamos a ter 30 mil metros cúbicos de madeira, mas em vez de leiloá-los, como normalmente era feito (…), decidimos doá-los a uma ONG para sua exportação, e os lucros foram destinados a um fundo especial para o desenvolvimento das comunidades afetadas pelo desmatamento”, acrescentou.
Segundo ele, os leilões permitiam que os que cortassem a madeira a recomprassem legalmente nesses eventos.
Ao mesmo tempo, o Governo brasileiro iniciou uma monitoração em tempo real das selvas amazônicas, o que permitiu, entre 2005 e 2010, a detenção de 700 pessoas.
Azevedo afirmou que, além disso, se aumentou em 500 mil quilômetros quadrados o território brasileiro protegido e que são promovidas ações para responsabilizar pelo desmatamento não só os que decepavam as árvores, mas todos os envolvidos no negócio, como bancos, comerciantes e transportadoras.
Outra preocupação era a quantidade de carbono que não estava sendo fixado devido à redução das florestas: os 27 mil quilômetros quadrados desflorestados em 2004 representaram um trilhão de toneladas de carbono que chegaram à atmosfera, segundo o especialista.
O Brasil decidiu então lançar um fundo de carbono, mas com um esquema diferente do que tradicionalmente se seguia no mundo, pois não se tratou de uma compra de bônus.
“Não demos crédito”, ou seja, os doadores que, como a Noruega, se comprometeram a fornecer US$ 1 trilhão em sete anos não pagaram para compensar uma quantidade específica de suas emissões, mas simplesmente pelo serviço que a Amazônia presta ao planeta.
Para Azevedo, o caminho empreendido pelo Brasil é apenas o início das muitas ações necessárias a nível global, mas ele assegurou que, embora a tendência de emissões atualmente seja alarmante (52 mil toneladas ao ano), ainda é possível revertê-la.
“No Brasil, 60% dos gases de efeito estufa são produzidos pelo desmatamento” e, por isso, se decidiu atacar este problema de forma prioritária. “O desafio é grande, mas não impossível”, concluiu. (Fonte: Portal iG)
Fonte:http://noticias.ambientebrasil.com.br/clipping/2011/02/11/66328-plano-brasileiro-de-combate-a-desmatamento-e-modelo-na-a-latina.html
Por clipping
O projeto contra o desmatamento que o Brasil implementou nos últimos oito anos pode servir de modelo para o resto da América Latina, afirmou nesta quinta-feira (10) o engenheiro florestal Tasso Azevedo.
Azevedo, que foi diretor do Programa Nacional de Florestas do Ministério do Meio Ambiente, falou nesta quinta-feira na Costa Rica, no marco da conferência internacional TEDx, sobre a bem-sucedida experiência brasileira quanto à redução do desmatamento na Amazônia e seu impacto na fixação de carbono.
De acordo com Azevedo, entre 2004 e 2010, o Brasil reduziu o desmatamento na floresta de 27 mil para 6,4 mil quilômetros quadrados.
Segundo o especialista, o sucesso deste programa se deve ao fato de ter atacado o problema de diferentes frentes.
“O mogno se tornou o símbolo do desmatamento no Brasil. O desafio era quebrar o negócio dos que decepavam ilegalmente a floresta, portanto, em vez de enviar muitas vezes a Polícia, esperamos que houvesse uma boa quantidade de madeira e fomos com a imprensa”, ressaltou o engenheiro.
“Chegamos a ter 30 mil metros cúbicos de madeira, mas em vez de leiloá-los, como normalmente era feito (…), decidimos doá-los a uma ONG para sua exportação, e os lucros foram destinados a um fundo especial para o desenvolvimento das comunidades afetadas pelo desmatamento”, acrescentou.
Segundo ele, os leilões permitiam que os que cortassem a madeira a recomprassem legalmente nesses eventos.
Ao mesmo tempo, o Governo brasileiro iniciou uma monitoração em tempo real das selvas amazônicas, o que permitiu, entre 2005 e 2010, a detenção de 700 pessoas.
Azevedo afirmou que, além disso, se aumentou em 500 mil quilômetros quadrados o território brasileiro protegido e que são promovidas ações para responsabilizar pelo desmatamento não só os que decepavam as árvores, mas todos os envolvidos no negócio, como bancos, comerciantes e transportadoras.
Outra preocupação era a quantidade de carbono que não estava sendo fixado devido à redução das florestas: os 27 mil quilômetros quadrados desflorestados em 2004 representaram um trilhão de toneladas de carbono que chegaram à atmosfera, segundo o especialista.
O Brasil decidiu então lançar um fundo de carbono, mas com um esquema diferente do que tradicionalmente se seguia no mundo, pois não se tratou de uma compra de bônus.
“Não demos crédito”, ou seja, os doadores que, como a Noruega, se comprometeram a fornecer US$ 1 trilhão em sete anos não pagaram para compensar uma quantidade específica de suas emissões, mas simplesmente pelo serviço que a Amazônia presta ao planeta.
Para Azevedo, o caminho empreendido pelo Brasil é apenas o início das muitas ações necessárias a nível global, mas ele assegurou que, embora a tendência de emissões atualmente seja alarmante (52 mil toneladas ao ano), ainda é possível revertê-la.
“No Brasil, 60% dos gases de efeito estufa são produzidos pelo desmatamento” e, por isso, se decidiu atacar este problema de forma prioritária. “O desafio é grande, mas não impossível”, concluiu. (Fonte: Portal iG)
Fonte:http://noticias.ambientebrasil.com.br/clipping/2011/02/11/66328-plano-brasileiro-de-combate-a-desmatamento-e-modelo-na-a-latina.html
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Mas a vida continua, apesar de tudo...
É mesmo incrível para nós o que ouvimos e vemos publicado pela mídia... São notícias que assustam os mais desavisados sobre os tempos que estamos a viver. Não é necessário espanto, medo ou tristeza... Apesar de parecer um caos, não é bem assim nos níveis mais internos das ações que determinam os acontecimentos externos. Aos olhos do vulgo é a natureza respondendo aos desmandos humanos... Sim, e é assim. Mas para outros mais dedicados ao exame das causas e conseqüências, tudo isso faz parte de um processo maior, que envolve sim a atuação humana, porém inclui a aplicação de leis superiores em cumprimento de diretrizes de outro âmbito, mais universal. Chamam tudo isso de aplicação da Lei da Purificação dentro do processo de Transição Planetária e resgate de seres para um final de ciclo. É. Parece distante e estranho esse discurso, no entanto, para esses seres atentos, tudo está caminhando para um clímax há muito esperado. A aplicação da Lei da Purificação que parece estar causando destruição, na verdade está criando condições para que ações sejam possíveis nos momentos que já chegaram. É agora. A natureza geme em dores de parto, diz a campanha da Igreja Católica em citação do livro bíblico de Romanos. Nada mais atual. O livro de Romanos atribuído a Paulo de Tarso, apóstolo de Cristo para as nações falava justamente desses tempos futuros que agora testemunhamos. Um grande instrutor, O Maior, Jesus disse em Mateus 24: Que quando começassem a acontecer essas coisas previstas, para erguermos nossas cabeças, pois o livramento se aproximava. O livramento de que? De forças involutivas que ditam as normas e procedimentos para este mundo externo destrutivo, governo externo do mundo que planejou e executou habilmente ações que escravizaram toda uma população que trabalha para o enriquecimento de poucos e destruição descontrolada dos ecossistemas. Tudo isso só pode ser articulado, pois é uma diretriz mundial, e só pode ser atribuído a forças retrógadas, cuja consciência faz pouco caso do sofrimento gerado por essas ações. A humanidade de um modo geral deseja viver em harmonia com os seus. O que falta é consciência de sua parte, como responsáveis na criação dessa harmonia. A humanidade geme, mas não age. Falta ação. Se falarmos de sacos plásticos, coleta seletiva e desmatamento... Tudo isso vale a pena ser discutido... Mas falta uma análise das causas mais internas desses fatos. O lixo de nossas mentes, de nossos sentimentos, de nossos desejos precisam ser cuidados. Diminuição na fonte geradora, coleta seletiva e destinação final se aplicam também a esses níveis mais sutis de nossa existência. Terremotos no Japão, furacões gigantes nos EUA, no Brasil chuvas torrenciais deixando cidades inteiras debaixo da água. Tudo isso se agrava dia a dia. Nossa parte, além das ações externas, também inclui a limpeza interna de nossos corpos mais sutis. Cuidar da Alma, zelar pelo Espírito, aumentar em amor a mata, aos animais e aos seres humanos. Todos, incluindo nossos irmãos no erro. Como esse jovem que assustou,
Indignou e entristeceu o mundo com sua ação louca, forçando o desencarnar prematuro de 12 crianças no Rio de Janeiro. A nossa parte tem que ser feita. Tomemos consciência de que cada pensamento de ódio, cada intriga, cada ressentimento emitido, não o é impunemente. Esse infrator das leis humanas e de Deus, não fez isso sozinho. Ele carrega consigo uma história de dor e má compreensão, aliadas a um mundo cada vez mais violento. Cresceu vendo nos noticiários ataques às torres gêmeas, homens bombas e o crime como ordem geral. Não pode ser absolvido em função disso, pois os outros jovens que agem em conformidade com as leis do Cosmo também viram essas coisas. Mas cada um com suas fraquezas. O que conforta é saber, que na ordem maior ele continuará seu processo de aprendizado pela dor que ele mesmo causou e que aquelas crianças que desencarnaram terão o tratamento necessário nos planos menos densos para que se recuperem dessa violência deplorável. Que os familiares desses jovens, todos mortos, possam ter o conforto da nossa solidariedade amorosa e o apoio de nossos irmãos maiores.
Indignou e entristeceu o mundo com sua ação louca, forçando o desencarnar prematuro de 12 crianças no Rio de Janeiro. A nossa parte tem que ser feita. Tomemos consciência de que cada pensamento de ódio, cada intriga, cada ressentimento emitido, não o é impunemente. Esse infrator das leis humanas e de Deus, não fez isso sozinho. Ele carrega consigo uma história de dor e má compreensão, aliadas a um mundo cada vez mais violento. Cresceu vendo nos noticiários ataques às torres gêmeas, homens bombas e o crime como ordem geral. Não pode ser absolvido em função disso, pois os outros jovens que agem em conformidade com as leis do Cosmo também viram essas coisas. Mas cada um com suas fraquezas. O que conforta é saber, que na ordem maior ele continuará seu processo de aprendizado pela dor que ele mesmo causou e que aquelas crianças que desencarnaram terão o tratamento necessário nos planos menos densos para que se recuperem dessa violência deplorável. Que os familiares desses jovens, todos mortos, possam ter o conforto da nossa solidariedade amorosa e o apoio de nossos irmãos maiores.
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