quinta-feira, 19 de maio de 2011

Agroecologia e sustentabilidade?

Se refletirmos com cuidado, perceberemos que a riqueza ou o ganho econômico não vem da exploração dos recursos naturais, mas da dedicação em agirmos para aumentar os recursos do lugar. A exploração da natureza gera riquezas pôr certo tempo, mas depois, em algum momento, vai refletir em pobreza, pois esgotados os recursos, acaba-se a fonte de dinheiro, enquanto que, se agirmos para aumentar a vida do lugar, sempre teremos mais recursos
de qualidade e poderemos usufruir deles indefinidamente.
A agricultura, pela área que abrange e pelas práticas que utiliza, é tida como uma das atividades humanas mais impactantes ao ambiente. Desse modo, as áreas de fronteira agrícola rapidamente se expandem, substituindo a vegetação natural pela paisagem antrópica, menos complexa em quantidade e qualidade de vida.
Numa paisagem agrícola as árvores são consideradas um obstáculo que impede o progresso.
Nesse sentido, o ser humano, freqüentemente, coloca-se à parte da natureza para agir sobre
O ambiente. O resultado de suas ações, muitas vezes, é a destruição e a diminuição das condições necessárias para a vida, efeito que reflete em redução da sua qualidade de vida, já que dependemos diretamente dos recursos naturais. Mesmo quando se está preocupado com
a questão ambiental, o homem, com sua visão fragmentária de enxergar o mundo, separa a paisagem em áreas de conservação, que devem ser intocadas e mantidas no seu estado “natural puro” (que são os Parques, as Reservas...) e em áreas para produção, onde geralmente ocorre degradação dos recursos naturais.
Quando o ser humano se sentir mais parte da natureza e realmente integrado à ela, suas ações serão mais harmônicas, em direção à manutenção e até à melhoria das condições para a vida no local.
No entanto, observa-se grande resistência em se manter essas áreas protegidas, resultante da mentalidade imediatista e exploratória vigente. Essa mentalidade é justamente a que prevalece e a que se mostra ao depararmo-nos com extensas áreas devastadas pelo “progresso” e ainda algumas poucas
mantidas sob proteção nas Unidades de Conservação.
Ao buscar a sustentabilidade na agricultura e, mais do que isso, ao buscar a conservação dos recursos naturais, a paisagem deverá ser vista como um todo e integrada, onde os limites não são mais as cercas, mas os naturais, respeitando e compreendendo os condicionantes e ritmos da natureza,
buscando os princípios ecológicos para referendar suas ações.

As árvores nos proporcionam um amplo leque de produtos (madeiras, produtos medicinais, etc.) e serviços (sombra, proteção do solo e das águas, manutenção da fer tilidade natural do solo, efeito regulador
sobre o clima, etc). A destruição em grande escala das florestas, bem como a eliminação das árvores nas paisagens rurais, acelera a erosão da terra, contribui para o assoreamento dos cursos d’água e aumenta a pressão humana sobre o que está sobrando da Mata.

As nossas ações a favor da conservação da natureza não devem ser pôr imposição da lei ou vistas como obrigação ou dever, mas sim a partir de uma consciência de que nossa vida depende da vida das plantas e dos animais, de água pura, da terra produtiva e do ar limpo. Mais do que essa compreensão
de dependência é necessário ainda sentirmos que somos parte da natureza, como realmente somos.

Agroecologia é entendida como um enfoque científico, teórico, prático e metodológico, com base em diversas áreas do conhecimento, que se propõe a estudar processos de desenvolvimento sob uma perspectiva ecológica e sociocultural e, a partir de um enfoque sistêmico, adotando o agroecossistema como unidade de análise, apoiar a transição dos modelos convencionais de agricultura e de desenvolvimento rural para estilos de agricultura e de desenvolvimento rural sustentáveis (Associação Brasileira de Agroecologia - ABA).

Os Índios sempre viveram em harmonia com a natureza em sistemas agroflorestais. A agroecologia indígena considerada a bem pouco tempo como uma forma de extrativismo primitivo, pouco produtiva, hoje é respeitada, estuda por especialistas e inserida nas políticas publicas para implantação desses sistemas junto a agricultura familiar, como única alternativa de sustentabilidade para a garantia alimentar do campo e da cidade.
Fontes:
Manual Agroflorestal para a Mata Atlântica
APOSTILA DO EDUCADOR AGROFLORESTAL

terça-feira, 10 de maio de 2011

Mudar com as mudanças de nosso tempo.

Porque nos nossos dias têm acontecido as piores tragédias das últimas décadas? Logo alguns responderão que o motivo é o aquecimento global... é o que todos dizem, inclusive os homens da ciência. Mas se formos analisar, pesquisar a história do nosso planeta e sairmos do senso comum descobriremos dados muito interessantes de serem avaliados, como por exemplo, que a Terra já passou por essa elevação de temperatura em outros momentos, e naquela época nem existia automóveis ou industrias.
A história nos revela que o que acontece hoje é algo cíclico do planeta quando alguma mudança está por vir. O planeta já passou por tantas transformações que se pudéssemos escrevê-las, com certeza seriam encadernados inúmeros volumes. Mas o que quer dizer com tudo isso? Que o que nós como humanidade fazemos contra todo equilíbrio planetário é acelerar o processo já existente agravando ainda mais a situação do planeta e conseqüentemente a nossa. Religiões, profetas, livros sagrados, povos antigos, todos anunciaram uma grande mudança que está por vir e isto é fato, todos podemos ver.
Observando a intensificação dos fenômenos naturais constatamos que se o homem não recuar de seu papel destrutivo, o planeta que já não suporta, terá que responder segundo a Lei de Ação e Reação ainda com mais força. Ou a humanidade muda ou o Planeta forçará essa mudança.
Precisamos amenizar o impacto dos acontecimentos. Se a poluição fosse menor daríamos a nós mesmos uma oportunidade maior de sobrevivência com qualidade. Mas não só a poluição física, se tivéssemos uma atitude interna mais tranqüila, vibraríamos com menos agressividade e não seriamos colaboradores dessa onda de violência que assola as cidades e promovem os desequilíbrios em todos os níveis.
Alguns podem afirmar: “Eu sou da paz". Mas a emissão de pensamentos e sentimentos negativos se une ao de outras pessoas criando uma massa psíquica que funciona como uma onda de freqüência de rádio que rapidamente se espalha e é captada por todos ao nosso redor, e o resultado está no que assistimos nos noticiários.
Talvez também alguns questionem que não tem culpa do que acontece com o planeta e acham que não há nada a fazer. Mas a nossa existência aqui mostra que a vida está ligada a outros seres como em uma rede. Por exemplo, agora você leitor está vestido, mas para que isto aconteça foi necessário que você tenha comprado a roupa em alguma loja e que a dona da loja tenha feito a encomenda na fábrica de costura, que por sua vez encomendou na fabrica de tecido, que comprou o material de produtores de algodão, que plantaram no solo (reino mineral) e esperaram que o algodoeiro (reino vegetal) crescesse até chegar o dia da colheita. Imagina por quantas mãos passou esse material até que a camisa que está vestido estivesse pronta para usar? Ninguém está só, ninguém vive só. Se o planeta sofre, sofremos junto com ele, principalmente porque não tentamos amenizar o impacto de nossas ações. As pessoas são imediatistas e muitas vezes egoístas só pensando em satisfazer suas necessidades. Mas é isso que precisa mudar. Essa idéia não pode mais ser disseminada. A consciência de que o egoísmo é autodestrutivo vai abarcar essa mudança de paradigma.
Precisamos manifestar em nós a necessidade de mudança. Precisamos reduzir em nós baixas vibrações, para que possamos viver integrados com o planeta e com os seres que nele habitam. Não só integrados com a humanidade, mas com todos os reinos, para assim encontrarmos o ponto de equilíbrio e amenizarmos o impacto do que já foi feito.
Alguns dizem: “O mundo está um caos”. Mas qual o nosso papel nisso tudo? Precisamos de sair da posição de comodismo, pois só assim poderemos de fato transcender a nossa inércia. Todos somos responsáveis pelos danos causados à natureza pela humanidade. O caos nós criamos juntos, pois somos uma grande rede. Mas se o planeta se prepara para uma mudança, se algo está para acontecer, como se preparar para o que vai acontecer? Mas vai acontecer? O quê?
Essas perguntas tem movido muitas pessoas. Mas se ao invés de buscarmos a previsão do futuro, buscarmos a mudança que precisamos fazer hoje, logo sairemos do ponto que estamos e atingiremos um novo estado de consciência promovendo uma melhoria das condições que assolam o planeta. Essa mudança é fruto do nosso querer, da nossa vontade, deve vir de dentro de nós. Portanto não temos que buscar respostas longe...

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Aprofundamento do Conhecimento Ecológico nos Planos Sutis da Realidade Planetária

Porque repetir uma informação conhecida de todos? Os conceitos de ecologia são relativamente simples. Difícil é aceitar abrir mão de algo que se tornou por costume ou vício uma necessidade. Já que sabemos, a repetição é para criar em nós um aprofundamento dessa consciência. Esse aprofundamento se revela por cada vez mais frequentemente nos preocuparmos com o que ocorre com nossos ecossistemas, com o bicho, com a árvore e com tudo que a natureza nos presenteou. Se nos abrirmos a esse aprofundamento, ele pode ocorrer. É uma jornada entre um cidadão inserido no processo consumidor com pouca ou nenhuma consciência da sua responsabilidade diante da destruição dos ecossistemas e um outro cidadão que radicalizou largando tudo para defender a natureza, seja um Chico Mendes ou um ativista do Greenpeace.

Quanto mais consciências estiverem conectadas com essa demanda, a necessidade de que tomemos partido no rumo que a humanidade dá a nossa biodiversidade, mais energia mental, emocional e de desejo estarão envolvidas no processo e pesaram cada vez mais nas decisões e no comprometimento de todos. Parece pouco palpável, uma realidade pouco tangível, mas é assim que acontece. Nossas mais profundas aspirações, ou como disse OUTRO, nossa fé move e remove montanhas.

Podemos usar esse recurso natural da alma, a fé, para o aprimoramento das ações humanas. Seria um melhor uso do que aquele aventado pela mídia para promover o crescimento material em benefício próprio, como em O SEGREDO. Não é segredo que a aspiração pessoal pode mudar realidades. Basta observar pessoas de pensamento forte e focado em objetivos em oposição a pessoas passivas que assumem seu lugar de vítimas. São vítimas de si. O resultado de cada caso nem se discute.

Colocar uma parte significativa de nossa energia mental, como aspiração, para redenção da fauna e da flora, ansiando pela ampliação de projetos de reflorestamento e recuperação de leitos de rios, promove a materialização ou plasmação da realidade intentada. Começaram a aparecer algum aumento de consciência materializado em ações, porém carece de maior disseminação.

Muitos tem achado útil orar pelo planeta, pelos animais e pelo Reino vegetal.Pela Redenção ou Reabilitação Planetária. Aos olhos de um iniciante no caminho do despertar para realidades mais sutis, parece que esses seres orantes deveriam gastar seu tempo em algo mais prático, entenda-se: Mais palpável, de resultados mensuráveis, ou mais material.

Se experimentarem a receita de orar (polarizar-se mental e energeticamente no mais alto), sem esperar nada, apenas na atitude consciente de que tudo que existe no plano material, começa nos planos mais sutis, sendo introduzido aqui através do mental, muito provavelmente mudariam de crença, ou mais precisamente, ampliariam sua consciencia.

Conhecendo esse princípio de causa e efeito, deveríamos aspirar contribuir energeticamente para que em algum momento a realidade que vivemos comece a tomar outro rumo. Um exemplo prático: Começamos a fazer coleta seletiva em nossa casa. No entanto argumentei com minha esposa que não adiantava, pois no final eles misturavam tudo. Ela sabiamente respondeu que mais importante é fazer a nossa parte, aí, cada vez mais pessoas tomarão conhecimento ou consciência dessa necessidade, tanto pela observação e contato com a prática, como em nível mais sutil, pela plasmação da consciência reforçada no plano mental por um grupo pioneiro, que será assim seguido por outros. É assim nos negócios, na tecnologia e no crime. Só que acreditamos inocentemente que a disseminação de uma prática útil ou não tão útil dá-se apenas pelo contato consciente com essa informação.

Dá-se também por meios mais imateriais, como ondas de radio, televisão e mais recentemente telefonia móvel. O homem esqueceu que temos receptores de avançada tecnologia em nossa genética física e estelar. Agora é suficiente que alguns tomem ciência desse mecanismo e generosamente comecem a fazer o que ainda poucos fazem, por desconhecer a eficácia ou não terem experimentado que não só de pão ou de matéria densa se alimenta o homem, mas muito mais de energia sutil, imaterial.

Segue a informação repetida:

O Desmatamento para agronegócio “monocultura da soja” vem violando os direitos humanos em relação à água, alimento, meio ambiente saudável e desqualificando as práticas tradicionais de utilização de recursos naturais. Degradando o bioma de transição, comprometendo os recursos hídricos, a saúde, a segurança alimentar e nutricional. Expulsando o lavrador da zona rural, que é forçado a migrar para a periferia da zona urbana da cidade e povoados sem saneamento sanitário e com ausência de trabalho para jovens. Os quais vêm usando drogas, e sendo atendidos em programa de ação social, o que não existia anteriormente. Há conflitos pela posse da terra e reconcentração da terra por grandes empresas. Percebe-se aumento da temperatura, redução da precipitação pluviométrica, da produção de mandioca, milho, arroz; desnutrição em crianças e idosos. Trabalho infantil e adolescente nas carvoarias. Redução drástica na fauna e flora, plantas medicinais e frutíferas de complementação renda protegidas pela legislação: bacuri, piqui, cajuí, jatobá. Redução do habitat da abelha tiúba, produtora do mel, alimento e fonte de renda desta população. As observações indicam que os Biomas do município não suportam nenhum tipo agricultura mecanizada, como é o caso da monocultura da soja. É necessário implantar urgente a Vigilância em Saúde Ambiental para evitar ainda mais contaminação por agrotóxicos das bacias hidrográficas, medida de promoção da saúde aprovada na 12ª Conferência Nacional de Saúde.

Palavras-chave: Brejo; Desmatamento; Promoção da saúde.

Anais da 58ª Reunião Anual da SBPC - Florianópolis, SC - Julho/2006

terça-feira, 19 de abril de 2011

Plano brasileiro de combate a desmatamento é modelo

11 / 02 / 2011 Plano brasileiro de combate a desmatamento é modelo na A. Latina

Por clipping
O projeto contra o desmatamento que o Brasil implementou nos últimos oito anos pode servir de modelo para o resto da América Latina, afirmou nesta quinta-feira (10) o engenheiro florestal Tasso Azevedo.

Azevedo, que foi diretor do Programa Nacional de Florestas do Ministério do Meio Ambiente, falou nesta quinta-feira na Costa Rica, no marco da conferência internacional TEDx, sobre a bem-sucedida experiência brasileira quanto à redução do desmatamento na Amazônia e seu impacto na fixação de carbono.

De acordo com Azevedo, entre 2004 e 2010, o Brasil reduziu o desmatamento na floresta de 27 mil para 6,4 mil quilômetros quadrados.

Segundo o especialista, o sucesso deste programa se deve ao fato de ter atacado o problema de diferentes frentes.

“O mogno se tornou o símbolo do desmatamento no Brasil. O desafio era quebrar o negócio dos que decepavam ilegalmente a floresta, portanto, em vez de enviar muitas vezes a Polícia, esperamos que houvesse uma boa quantidade de madeira e fomos com a imprensa”, ressaltou o engenheiro.

“Chegamos a ter 30 mil metros cúbicos de madeira, mas em vez de leiloá-los, como normalmente era feito (…), decidimos doá-los a uma ONG para sua exportação, e os lucros foram destinados a um fundo especial para o desenvolvimento das comunidades afetadas pelo desmatamento”, acrescentou.

Segundo ele, os leilões permitiam que os que cortassem a madeira a recomprassem legalmente nesses eventos.

Ao mesmo tempo, o Governo brasileiro iniciou uma monitoração em tempo real das selvas amazônicas, o que permitiu, entre 2005 e 2010, a detenção de 700 pessoas.

Azevedo afirmou que, além disso, se aumentou em 500 mil quilômetros quadrados o território brasileiro protegido e que são promovidas ações para responsabilizar pelo desmatamento não só os que decepavam as árvores, mas todos os envolvidos no negócio, como bancos, comerciantes e transportadoras.

Outra preocupação era a quantidade de carbono que não estava sendo fixado devido à redução das florestas: os 27 mil quilômetros quadrados desflorestados em 2004 representaram um trilhão de toneladas de carbono que chegaram à atmosfera, segundo o especialista.

O Brasil decidiu então lançar um fundo de carbono, mas com um esquema diferente do que tradicionalmente se seguia no mundo, pois não se tratou de uma compra de bônus.

“Não demos crédito”, ou seja, os doadores que, como a Noruega, se comprometeram a fornecer US$ 1 trilhão em sete anos não pagaram para compensar uma quantidade específica de suas emissões, mas simplesmente pelo serviço que a Amazônia presta ao planeta.

Para Azevedo, o caminho empreendido pelo Brasil é apenas o início das muitas ações necessárias a nível global, mas ele assegurou que, embora a tendência de emissões atualmente seja alarmante (52 mil toneladas ao ano), ainda é possível revertê-la.

“No Brasil, 60% dos gases de efeito estufa são produzidos pelo desmatamento” e, por isso, se decidiu atacar este problema de forma prioritária. “O desafio é grande, mas não impossível”, concluiu. (Fonte: Portal iG)

Fonte:http://noticias.ambientebrasil.com.br/clipping/2011/02/11/66328-plano-brasileiro-de-combate-a-desmatamento-e-modelo-na-a-latina.html

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Mas a vida continua, apesar de tudo...

É mesmo incrível para nós o que ouvimos e vemos publicado pela mídia... São notícias que assustam os mais desavisados sobre os tempos que estamos a viver. Não é necessário espanto, medo ou tristeza... Apesar de parecer um caos, não é bem assim nos níveis mais internos das ações que determinam os acontecimentos externos. Aos olhos do vulgo é a natureza respondendo aos desmandos humanos... Sim, e é assim. Mas para outros mais dedicados ao exame das causas e conseqüências, tudo isso faz parte de um processo maior, que envolve sim a atuação humana, porém inclui a aplicação de leis superiores em cumprimento de diretrizes de outro âmbito, mais universal. Chamam tudo isso de aplicação da Lei da Purificação dentro do processo de Transição Planetária e resgate de seres para um final de ciclo. É. Parece distante e estranho esse discurso, no entanto, para esses seres atentos, tudo está caminhando para um clímax há muito esperado. A aplicação da Lei da Purificação que parece estar causando destruição, na verdade está criando condições para que ações sejam possíveis nos momentos que já chegaram. É agora. A natureza geme em dores de parto, diz a campanha da Igreja Católica em citação do livro bíblico de Romanos. Nada mais atual. O livro de Romanos atribuído a Paulo de Tarso, apóstolo de Cristo para as nações falava justamente desses tempos futuros que agora testemunhamos. Um grande instrutor, O Maior, Jesus disse em Mateus 24: Que quando começassem a acontecer essas coisas previstas, para erguermos nossas cabeças, pois o livramento se aproximava. O livramento de que? De forças involutivas que ditam as normas e procedimentos para este mundo externo destrutivo, governo externo do mundo que planejou e executou habilmente ações que escravizaram toda uma população que trabalha para o enriquecimento de poucos e destruição descontrolada dos ecossistemas. Tudo isso só pode ser articulado, pois é uma diretriz mundial, e só pode ser atribuído a forças retrógadas, cuja consciência faz pouco caso do sofrimento gerado por essas ações. A humanidade de um modo geral deseja viver em harmonia com os seus. O que falta é consciência de sua parte, como responsáveis na criação dessa harmonia. A humanidade geme, mas não age. Falta ação. Se falarmos de sacos plásticos, coleta seletiva e desmatamento... Tudo isso vale a pena ser discutido... Mas falta uma análise das causas mais internas desses fatos. O lixo de nossas mentes, de nossos sentimentos, de nossos desejos precisam ser cuidados. Diminuição na fonte geradora, coleta seletiva e destinação final se aplicam também a esses níveis mais sutis de nossa existência. Terremotos no Japão, furacões gigantes nos EUA, no Brasil chuvas torrenciais deixando cidades inteiras debaixo da água. Tudo isso se agrava dia a dia. Nossa parte, além das ações externas, também inclui a limpeza interna de nossos corpos mais sutis. Cuidar da Alma, zelar pelo Espírito, aumentar em amor a mata, aos animais e aos seres humanos. Todos, incluindo nossos irmãos no erro. Como esse jovem que assustou,
Indignou e entristeceu o mundo com sua ação louca, forçando o desencarnar prematuro de 12 crianças no Rio de Janeiro. A nossa parte tem que ser feita. Tomemos consciência de que cada pensamento de ódio, cada intriga, cada ressentimento emitido, não o é impunemente. Esse infrator das leis humanas e de Deus, não fez isso sozinho. Ele carrega consigo uma história de dor e má compreensão, aliadas a um mundo cada vez mais violento. Cresceu vendo nos noticiários ataques às torres gêmeas, homens bombas e o crime como ordem geral. Não pode ser absolvido em função disso, pois os outros jovens que agem em conformidade com as leis do Cosmo também viram essas coisas. Mas cada um com suas fraquezas. O que conforta é saber, que na ordem maior ele continuará seu processo de aprendizado pela dor que ele mesmo causou e que aquelas crianças que desencarnaram terão o tratamento necessário nos planos menos densos para que se recuperem dessa violência deplorável. Que os familiares desses jovens, todos mortos, possam ter o conforto da nossa solidariedade amorosa e o apoio de nossos irmãos maiores.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Informação é Vida

Algumas pessoas perguntam sobre receitas vegetarianas, medicina alternativa, espiritualidade apartada de religião e seus dogmatísmos. A resposta está também na internet. Tudo pode ser achado aqui. De bom e de útil. Também inutilidades. O Mau. Se houver um mínimo de aspiração por conhecimento prático e útil para uma vida mais harmoniosa, digo que o COSMOS trabalhará junto a você com essa ferramenta. É possível iniciar uma busca sincera com apenas o acesso a internet, digo inicialmente. Depois você será direcionado a um grupo de pessoas com afinidades para que possa se desenvolver melhor. Tudo isso supervisionado por forças e leis superiores que não se enganam. Estamos na era da informação e algumas pessoas acessam a NET para bate papo, sites de relacionamentos e coisas assim. Nada de julgar aqui a escolha de cada um. O que tento dizer é que para aqueles que aspiram por essas experiências, nada mais apropriado. Mas existem pessoas desperdiçando tempo precioso. Já se desiludiram com o que é comumente oferecido e ainda assim insistem em obter algum tipo de contentamento ou gratificação repetindo velhas formas e velhos padrões de conduta e comportamento que não mais os preenchem. Para esses felizes desiludidos, resta o vasto infinito. Podem partir sem muchilas rumo ao novo, que por ser novo é desconhecido. Para isso necessita vencer o medo, e a fé de que está sendo amparado é crucial. O movimento é simples. É como se você estivesse numa escola que acabou de cursar. Agora terá que partir rumo à outras escolas para outros aprendizados. Quando falamos realmente de escolas, temos todo um amparo das instituições que apoiam os conceitos nos quais se fundamentam a relação escola comunidade. Fica fácil entender. Quando partimos para a analogia da escola da vida... a coisa fica mais difícil por que a sociedade como um todo não apoia tanto assim iniciativas de aprendizados que trancendem o estipulado pelo governo como materias indispensáveis. Se o MEC não instituiu, poderíamos repensar e talvez ingressar numa Pós, bem conceituada. Aplauso geral. Mas se você iniciar um processo de contato com filosofias espiritualistas que tentam ver e entender o mundo como ele realmente é, além das telas de TV, além do mercado produtivo, além das leis de oferta e procura, além do trabalho... além do conhecido, terá sua imagem no mínimo associada a alguém cujo equilíbrio mental está sendo posto em dúvida. Não é para todos. Se você não tem interesse nesse assunto, tudo bem. Falo com aqueles que se questionam sobre a vida e morte, aspiram por saber qual é o sentido de tudo isso e o que fazer para garantir que não foi em vão. Não é assunto de mera curiosidade. É necessidade de contato com outras realidades. A informação está disponível hoje como nunca. De todo tipo. Do tipo que enriquece a vida de significado e do tipo que ilude o ego ocupando-o de futilidades. Então se quiser receitas vegetarianas, basta pesquisar. Se quiser saber sobre espiritualidade, idem. A escolha é nossa.

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Como Amar a Mata Sendo Urbano

Algumas pessoas desconhecem ou não se sentem comprometidas com a informação de que o desmatamento, o tráfico de animais silvestres, assoriamento de rios, extinção de especies... tudo isso tem que ver com as atitudes tomadas na cidade. É um tema complexo quando consideramos que isso exige uma população informada, uma mídia menos comprometida com o capital...Mas dentro de nossas limitações sabemos que a maior parte do desmatamento para venda de madeira da-se pelo contrabando para Europa e EUA. Mas ocorre aqui que moveis e casas luxuosas são possibilitadas pela existência desse comércio ilegal de madeira. Podemos argumentar: Mesmo que eu não compre madeira de lei ilegal, os europeus vão comprar e ainda assim teremos o desmatamento... É verdade. Mas esse raciocínio nos leva ao ponto de nada fazermos por que acreditamos que é insuficiênte. Existem aqueles que acreditam que mesmo assim ainda é melhor fazer o certo. Só assim dormem tranquilas fazendo sua parte. Sem a pretenção de consertar o mundo, começam fazendo o que é possível para depois o necessário e em fim atingir o patamar dos milagres... ninguém começa a fazê-los de primeira vez. Animais silvestres... Existem ainda seres humanos que alimentam esse comércio, fruto da necessidade de uns, ganância de outros, e insensibilidade de todos. Que prazer mais egoísta trancar um pássaro na gaiola, aliciar o inocente, com a facilidade do alimento sem esforço, privando-o de uma vida plena de prazeres e perigos, como tem que ser para um pássaro... Para ostentar que tem um pássaro ou outro animal raro, que pagou uma fortuna... Ainda tem aqueles que se admiram e aqueles que se calam. No final todos temos culpa. Infelizmente não posso deixar de registrar o que todos sabem, mas parecem não entender que o principal motivo do desmatamento é a criação de gado de corte. Hoje a exportação do produto é a principal vilã para o crescimento desordenado dessa industria e para o consequente desmatamento. Novamente podemos culpar os Europeus e Chineses por essas mazelas... mas não devemos nos esquecer que temos uma parte nesse consumo. Que a industria produtora de carne só chegou a esse nível de produção e sofisticação devido ao incentivo financeiro do próprio mercado interno. Nós. Comer carne animal, seja silvestre, seja de criação, possui em sí a marca da destruição. Do animal, já que nasceu e teve uma vida extremamente curta para esse fim, da mata sacrificada para criar pasto, dos animais que perderam a mata, seu habitat, da mata, da vida vegetal com toda sua beleza e riqueza, do homem que perdeu sua capacidade de se indignar com tamanhas atrocidades contra o planeta e os reinos e ainda argumenta quanto a legitimidade de todas essas ações. Produtos de origem animal, especialmente aqueles que sustentam apenas a vaidade e a gula não são uma necessidade. Podem ser facilmente evitados e substituídos com vantagens.Poderíamos atenuar como ignorância. Alguns chegam ao ponto de afirmar que não comer carne leva a inanição e morte. Que o ser humano necessita de carne para viver. Pergunto: Será que nunca ouviram falar da existência de pessoas que nascem crescem e morrem velhas, como todas as outras, sem nunca terem ingerido carne? Eu mesmo conheço pessoas que há décadas não ingere carne de qualquer tipo, e também nada de origem animal, exceto mel de abelhas.
Com essa diferente atitude contribuímos para o equilíbrio de todo o planeta. Ainda que não possamos resolver todo impacto causado, estaremos nós a fazer nossa humilde parte. É suficiente.

Acessem o SITE do Instituto NINA ROSA. É muito instrutivo quanto ao vegetarianismo e sua contribuição para atenuar os efeitos do mau uso dos recursos do planeta.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Lei da Purificação

Tem sido noticiado ao redor do mundo, acontecimentos naturais que tem afetado populações inteiras, tais como chuvas torrenciais, nevascas, terremostos, mais vulcões entrando em atividade, furações, vendavais e mais chuvas e inundações. Austrália, Africa do Sul, Brasil, Estados Unidos... O mundo testemunha o que chamamos de Lei da Purificação. Esse processo se dará até o fim cada vez mais intensamente, mudando paisagens e infelizmente algumas vezes causando vítimas. Chamamos o processo inteiro de Transição Planetária e em especifico Lei de Purificação, a aplicação das forças naturais para limpar e reestruturar o planeta da interferência do homem. Dentro de poucos meses ainda em 2011, teremos mais acontecimentos relacionados a esse processo, que apesar de parecer destruição, é apenas limpeza, para a futura reconstrução. Todo o planeta será varrido pelas forças naturais. A informação que temos do alto através de videntes e canalizadores é que o processo se intensificará a partir de agora. Chegou o momento tão esperado. Após a purificação, um novo mundo, uma nova humanidade. Novas possibilidades. A nós cabe, na medida de nossas possibilidades, ajudar nossos irmãos de todos os reinos, mineral, vegetal, animal e humano a amenizar os sinais e sintomas da purificação. É desejável que sobrevivam pessoas afinadas com a proposta de Amor como base para a nova humanidade. Os sobreviventes ajudaram a reconstruir a sociedade humana para uma convivência pacifica e harmoniosa. Isso será possível devido ao fato da Purificação ter causado uma seleção natural. Não haverá em todo o globo pessoas afinadas com a competição, violência e o desamor. Eles terão tido um destino apropriado. Os que ficarem, não teram ficado por acaso. O processo de Purificação é inteligente. Não cego. Graças a Deus pessoas de paz que amam a vida em toda sua manifestação estaram a cuidar do planeta e uns dos outros. Que assim seja.

sábado, 15 de janeiro de 2011

Região Sudeste e a Tragédia

Mas uma vez os noticiários trazem ao público informações de tragédias relacionadas a forças naturais. Uma tempestadade que trouxe ao Rio de Janeiro em uma só noite três vezes a quantidades de água esperada para todo mês de Janeiro. A serra não suportou e desabou, literalmente, mudando de uma vez para sempre uma paisagem exuberânte, onde a intervenção humana se mesclava a beleza natural. O noticiário da tv, no principal canal, fez um apanhado histórico das ocorrências na região, relacionando o ano e o número de mortos desde a decada de 60. A última ocorrência é desparada a pior que se tem registro para esse local. Não vamos agora estar a repetir a responsabilidade do homem nesse episódio triste. É hora de compaixão e solidariedade. É hora de doação. Isso sempre se dá. Nesses momentos de necessidade, quando todos os mecanismos e sistemas estabelecidos falham, vê-se nas pessoas sua essência. É possível encontrar exemplos de amor abnegado, doação desenteressada. Por que no dia a dia essas atitudes são mais raras? É possível que a maior necessidade sensibilize um maior número de pessoas... Que a exposição da necessidade pela mídia concientize um grande número de pessoas sobre a necessidade de cooperação. Mas uma parte de tudo isso pode estar relacionada ao fato do sistema capitalista com seus requisitos e vícios, condicionamentos e falácias, impeça ou dificulte que possoas bem intencionadas manifestem seu melhor. Quando tudo falha, quando o dinheiro se mostra insuficiente, alguns percebem que podem transcender aos esquemas impostos pelo sistema, que podem agir sem esperar uma recompença financeira ou reconhecimento do patrão. Felizmente alguns mostram com suas atitudes que o material humano não é como alguns acreditam, sem proveito. Somos filhos de Deus, criados (em processo de criação) a sua imagem e semelhança.
Uma forma de doação, cooperação e solidariedade pode ser muito eficaz. Trata-se da ORAÇÃO. O ato puro e simples de orar por misericóridia e redenção, na intenção de permitir a intervenção amorosa do ALTO, desconhecido, de Deus, como preferem alguns, é de grande ajuda e também mostra que o ser humano pode além da materialidade vigente, transcender ao comum e, contatar sua essência Maior: Seu lado Divino que o sistema insiste em fazê-lo esquecer. Que nossos irmãos de todos os Reinos, Mineral, Vegetal, Animal e Humano, afetados pelos temporais possam ser auxiliados nesse momento de purificação, transformação e aplicação das leis do carma. Que a energia da Piedade possa amenizar todos os males. Que a Compaixão do Alto e nossa, possa se expressar tanto material como espiritualmente.